domingo, 2 de setembro de 2012

Ali

Tá aí, se eu me entrego a você
Assim tão rápido, não sei o que devo fazer
Suspendo a bebida? ou deixo o dedo na ferida?
Dou a minha vida? pelo prazer dessa mercê

Tá aí, se eu espero por você
Parado bem ali, nossas conversas eu tentando entender
São tão fortes, a ponto de eu construir?
Um castelo de palavras pra poder nos unir

Tá aí, se eu eternizo você
No poema da minha vida, sem você, musa, saber
Que já me deu calafrios, já me deu idealização
E que o gelo da madrugada, é lareira pra meu coração

Jefferson Procópio

6 comentários:

  1. Lindo demaais!!! Daqui a pouco pode colocar tudo num livro hein?! hahaha

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  2. Muito bom! E hãm...entendi...poetizou um ''clima de azaração''! kkkkk

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  3. é cara, só cuidado pra musa num ler hein. haha

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