A folha branca que eu vejo
Me desperta o teu beijo
E o vazio da distância
Que não me deixa de pé
Mas quem liga, já que a vida
Nem eu mesmo mereço
Só você que alucina
O caminho do começo
Ela também azucrina
A vontade de eu me provar
De provar que tenho a menina
Que pra todos e pra ninguém
Eu posso mostrar, provar, deixar
Rolar a nossa vida
Mesmo que exista rima
Não vai existir nós dois pra sempre
Mesmo que não haja precedente
Pertecente, que padece, que perece
E que me mira no fim do caminho
Não vou ficar sozinho
Tenho minha bebida
Posso ter natureza
Se eu quiser, se você não vier
Não se sabe por inteiro
O que mais verdadeiro é
Eu me faço tão azul, tão derradeiro
Tiro o pacote da bala e te faço mulher
Cadê o primeiro copo?
Só to vendo o seu corpo
Mirado na mente
Que não mente, que se faz presente
Talvez a vida seja melhor assim
Só não fique e se volte contra mim
Egoísmo e desespero, você sabe
Te trouxeram aqui
Talvez você fique
Jefferson Procópio
domingo, 25 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
One more day in life
I just wanted to declare
Profess all my fears
Behind, inside, in front of you
Take a bath in you with my tears
And there's not paper in the world
Enough to define me
Enough to dry my fears
I'm through, a million years ago
I can pray for me, for you, for us
Move on
I can crawl with my feet
In the sky
But don't ask if I missed you, don't ask
Just because
Don't answer all my rhetoric questions
There's not word to say
Don't try to teach me lessons that you didn't learn
'cause we will never change
We always try
Forever again
Second chance
First time
A million times, anyway
I want you back
Don't give me reason
Because I can't put it into my mind
I was just inside you
All the time that you tried to find
Profess all my fears
Behind, inside, in front of you
Take a bath in you with my tears
And there's not paper in the world
Enough to define me
Enough to dry my fears
I'm through, a million years ago
I can pray for me, for you, for us
Move on
I can crawl with my feet
In the sky
But don't ask if I missed you, don't ask
Just because
Don't answer all my rhetoric questions
There's not word to say
Don't try to teach me lessons that you didn't learn
'cause we will never change
We always try
Forever again
Second chance
First time
A million times, anyway
I want you back
Don't give me reason
Because I can't put it into my mind
I was just inside you
All the time that you tried to find
Jefferson Procópio
03/07/13
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Uma rosa e um abraço
Essas vidas que cruzamos
Ao passarmos pela catraca do ônibus
Todos esses olhos desesperados
Só pedem um brilho semelhante aos seus
Todo desesperado a cada esquina
Toda pessoa, deveria possuir um leitor mental
Ativado pela troca de olhares e de intensidade
Quantos amores poderiam se inventar, se reinventar?
Quantas dores conseguiriam se desconsumir?
Já está nítido nesse mundo
Que cada um carrega no olhar
Uma rosa e um abraço
Disposto a abusar do primeiro que dar brecha
O mundo é carente, e a gente
É o mundo, profundo
Usamos o profano, pra disfarçar, ano após ano
Que só precisamos de outro alguém
Com o mesmo brilho no olhar
Jefferson Procópio
Ao passarmos pela catraca do ônibus
Todos esses olhos desesperados
Só pedem um brilho semelhante aos seus
Todo desesperado a cada esquina
Toda pessoa, deveria possuir um leitor mental
Ativado pela troca de olhares e de intensidade
Quantos amores poderiam se inventar, se reinventar?
Quantas dores conseguiriam se desconsumir?
Já está nítido nesse mundo
Que cada um carrega no olhar
Uma rosa e um abraço
Disposto a abusar do primeiro que dar brecha
O mundo é carente, e a gente
É o mundo, profundo
Usamos o profano, pra disfarçar, ano após ano
Que só precisamos de outro alguém
Com o mesmo brilho no olhar
Jefferson Procópio
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